segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Quando se é criança enxergamos o mundo de uma forma tão mágica, tão misteriosa, 
tão cheio de monstros e fantasmas, que temos a vívida ideia que não sobreviveríamos 
sem a presença de nossos pais.
Mas então crescemos...
E vamos, aos poucos, adquirindo compreensão sobre as coisas, desmistificando o viver 
e construindo lentamente a nossa independência e emancipação.
E esta tarefa se estende pela vida afora...
Talvez nunca se complete integralmente.
Porém, faz-se necessário, dia a dia, irmos à caça destes fantasmas, grudar-lhes à unha, 
mirar-lhes olho no olho, reconhecer-lhes a face e dar-lhes os devidos nomes...
E a partir daí eles deixarão de ser fantasmas.



Nenhum comentário:

Postar um comentário